Estas foram as palavras de Jesus à Irmã Faustina:

Desejo que esta imagem seja venerada em todo o mundo. Prometo que a alma que adorar esta imagem não será condenada. Prometo-te também a vitória sobre os teus inimigos, já na terra, mas especialmente na hora da morte. Eu mesmo o defenderei para minha glória.
O próprio Jesus explicou o significado desta devoção desta forma:
Minha filha, diga que eu sou o Amor e a Misericórdia em pessoa. A ferida do meu Coração é fonte de Misericórdia ilimitada. Dizei às almas que lhes dou a minha Misericórdia como escudo; Luto por eles, enfrentando a justa cólera de meu Pai. […] Minha filha, diga à humanidade sofredora que abrace a Misericórdia do meu Coração e eu o encherei de paz. […]. As almas perecem, apesar da minha dolorosa Paixão. Concedo-vos a última tábua da salvação, ou seja, a festa da minha Misericórdia. […]. Este ícone é um sinal do fim dos tempos, depois do qual chegará o dia da justiça.
Junto com Sua infinita Misericórdia, o Senhor também mostrou o inferno para Irmã Faustina:
Hoje, sob a orientação de um anjo, estive nos abismos do inferno. É um lugar de grande tormento em toda a sua extensão assustadoramente grande.
Estas são as muitas tristezas que tenho visto: a primeira tristeza, aquela que constitui o inferno, é a perda de Deus; a segunda, as contínuas dores de consciência; a terceira, o conhecimento de que esta situação nunca mudará; A quarta pena é o fogo que penetra na alma mas não a destrói; É um castigo terrível: é um fogo puramente espiritual aceso pela ira de Deus; A quinta pena é a escuridão contínua, um fedor horrível e sufocante e, embora haja escuridão, os demônios e as almas condenadas se veem e veem todo o mal dos outros e dos seus próprios; A sexta pena é a companhia constante de Satanás; A sétima penalidade é um tremendo desespero, ódio a Deus, imprecações, maldições, blasfêmias. Que o pecador saiba que com o sentido com que peca será torturado por toda a eternidade.
Escrevo isto por ordem de Deus para que nenhuma alma se desculpe dizendo que o inferno não existe, ou que ninguém esteve lá e que ninguém sabe como é. Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos do inferno para narrá-lo às almas e dar testemunho de que o inferno existe. O que escrevi é uma sombra pálida das coisas que vi.
Jesus a Santa Faustina: “Minha filha, ajuda-me a salvar um pecador moribundo; recita para ele a coroa que te mostrei”. Quando comecei a recitar a coroa, vi aquele moribundo em tormentos e lutas atrozes. O Anjo da Guarda o defendeu, porém, ele ficou impotente diante da grande miséria daquela alma. Uma multidão de demônios esperava por aquela alma, mas enquanto eu recitava a coroa vi Jesus exatamente como a imagem pintada.
Os raios que saíam do Coração de Jesus envolveram o enfermo e os poderes das trevas fugiram, mas não sem causarem um grande barulho. O paciente morreu pacificamente. Quando voltei a mim, entendi que esta coroa é importante para os moribundos, ela apazigua a ira de Deus. Santa Faustina escreve que
Durante a Santa Missa, em que Jesus é exposto no Santíssimo Sacramento, antes da Sagrada Comunhão, vi sair da Hóstia dois raios, tal como estão pintados nesta imagem: um vermelho e outro pálido.
Texto e fotografias: exposição internacional «Os Milagres Eucarísticos no mundo», concebida e realizada pelo beato Carlo Acutis. Ficha original em miracolieucaristici.org.