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Emoções

Comparares-te pode enterrar o teu talento

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Olhar para o fruto alheio pode fazer-te desprezar a semente concreta que te foi confiada a ti.

Vês alguém com mais facilidade, impacto ou recursos e concluis que a tua contribuição será irrelevante. Antes de tentares desenvolvê-la, escondes a capacidade para evitar uma comparação dolorosa. A parábola dos talentos não exige rendimento idêntico. Pergunta o que fizeste com o que recebeste. Comparares-te desvia a atenção da responsabilidade possível para uma medida que não controlas. Também podes aprender com o outro sem o transformares num veredicto. A excelência alheia mostra caminhos, não demonstra a tua inutilidade. A gratidão dá nome a recursos modestos e põe-nos a render. Um talento enterrado permanece pequeno com certeza; um exercitado pode crescer e servir de uma forma que não coincide com nenhum modelo. A tua fecundidade precisa de fidelidade, não de cópia.

Ideia-chave

A responsabilidade pessoal consiste em desenvolver os dons recebidos, não em igualar a medida ou o estilo do fruto alheio.

O teu desafio para esta ideia

Identifica uma capacidade que deixaste de usar por comparação e dedica-lhe esta semana trinta minutos de prática ou serviço concreto.

BASEADO EM

Responsabilidade →