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Emoções

Sentir não é consentir

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Não és culpado daquilo que surge, mas sim daquilo que decides.

Às vezes és assaltado por um ímpeto de raiva, uma pontada de inveja ou um desejo que não procuraste. Surgem sozinhos, sem pedir licença. Isso não faz de ti uma má pessoa: são reações, não são decisões. Aquilo que verdadeiramente define quem és é o que fazes com isso. Podes calar-te em vez de soltar a frase magoante, ou alegrar-te pelo outro em vez de alimentar a inveja. Entre o que sentes e o que fazes há um espaço, e é aí que reside a tua liberdade. Por isso não vale a pena castigares-te por cada emoção incómoda. Vale mais aprender a governá-la: reconhecê-la, não lhe dar razão sem mais e escolher o bem. Sentir é humano; consentir já é contigo.

Ideia-chave

Não respondes por aquilo que sentes, mas pelo que fazes com isso.

O teu desafio para esta ideia

Hoje, quando notares uma reação desagradável por dentro, para um segundo antes de agir e decide tu, não ela.

BASEADO EM

Sentimentos →