Um erro não tem de acabar em pânico
Enganar-te exige atenção e reparação, não perder a cabeça.
Vários episódios começam com um deslize durante a celebração: uma Hóstia cai ou entorna-se o cálice.
A atitude correta não reside em agir como se nada tivesse acontecido nem em desanimar, mas em atuar com compostura e aplicar o cuidado regulamentar. Fora da igreja passa-se o mesmo.
Quando erras, a aflição torna-te desajeitado: escondes a falha, exageras a dimensão ou avanças para outra decisão incorreta a fim de cobrir a primeira.
A serenidade deixa examinar o dano efetivo e agir sobre ele.
Tratar uma falha com respeito implica abrandar, requerer apoio se for preciso e emendar o que for praticável. A tua falta reclama sentido do dever, não uma culpa sem saída.
Ideia-chave
A compostura responsável conserta melhor do que o desespero ou o disfarce.
O teu desafio para esta ideia
Perante o deslize que tenhas hoje, para um minuto e assinala o que requer atenção prioritária.
BASEADO EM
Países Baixos, milagres eucarísticos →