Cuidar do teu interior não é angustiar-te
Vigiar o teu coração não é viver de lupa na mão e com medo.
Trabalhar o teu mundo interior não significa reveres-te com angústia, contar cada falha nem viver com medo de ti mesmo. Isso não é finura, é um fardo que acaba por esgotar e confundir.
A luta saudável é serena. Reconheces o que não vai bem, levas isso a Deus com simplicidade, recomeças e segues em frente. Contas com o facto de que às vezes irás errar, e não fazes um drama por causa disso. A humildade permite-te olhar para as tuas fraquezas sem desesperar.
Se notas que o exame de consciência te deixa mais inquieto do que em paz, é preciso abrandar. O objetivo não é um coração perfeito e controlado, mas um coração mais livre para amar. E isso cultiva-se com calma, não com obsessão.
Ideia-chave
Cuidar do teu interior faz-se com paz, não com angústia.
O teu desafio para esta ideia
Revê o teu dia durante um minuto, sem dramatismos: reconhece uma falha, pede perdão a Deus e vira a página.