A tua saúde é um empréstimo, não uma posse
A saúde não é tua para sempre: foi-te emprestada.
Damos o corpo como garantido até que algo avaria. Andar, ver, dormir, respirar sem pensar nisso: tratamos tudo como propriedade adquirida, como se nos fosse devida. E então surge uma dor, uma análise má, um susto, e de repente lembras-te de que nada disso estava garantido.
Vê-la como um empréstimo não serve para viver com medo, mas de olhos abertos. O que é emprestado agradece-se e cuida-se, não se desperdiça nem se dá por adquirido. A saúde é uma dádiva que um dia se devolve; saber isto não te amargura, desperta-te.
Isso altera o ponto onde colocas a tua atenção. Em vez de reparares apenas no que te falha ou no que não gostas no teu corpo, podes agradecer o que ele ainda te permite fazer e usá-lo bem enquanto o tens: para viver, para amar, para estar com os teus.
Ideia-chave
A saúde é uma dádiva emprestada; agradecê-la e aproveitá-la muda o modo como a vives.
O teu desafio para esta ideia
Agradece hoje concretamente algo que o teu corpo te permite fazer — andar, ver, abraçar — em vez de reparares apenas naquilo que te falha.
BASEADO EM
Corpo →