O segundo naufrágio é a solidão
Uma pessoa pode chegar a salvo e continuar a afundar-se por dentro.
Há naufrágios visíveis e outros que decorrem em silêncio. Alguém pode ter escapado de uma situação dura, mudar de cidade, de país ou de ambiente e, ainda assim, viver desorientado por não ter ninguém por perto.
A solidão nem sempre faz barulho. Às vezes esconde-se por detrás de um «está tudo bem», de um sorriso rápido ou de alguém que se senta sempre no mesmo lugar sem que ninguém se aproxime.
Ajudar nem sempre começa com grandes soluções. Às vezes começa por aprender um nome, guardar um lugar, perguntar com interesse genuíno ou caminhar algum tempo com alguém.
Ideia-chave
Também é necessário resgatar as pessoas da solidão.
O teu desafio para esta ideia
Repara hoje em alguém que costume estar isolado e aproxima-te sem pressa, mesmo que com uma pergunta simples.
BASEADO EM
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