A santidade não é narcisismo perfeccionista
Podes ficar obcecado em não falhar e acabar a olhar muito mais para o teu rendimento do que para Deus e para os outros.
O perfeccionismo moral parece uma exigência generosa: examinas cada detalhe e queres eliminar o mais depressa possível qualquer fraqueza. Mas o centro pode continuar a ser uma imagem impecável de ti mesmo.
A santidade procura amar, não admirar-se a si mesma. Por isso aceita limites reais, pede a graça, repara o dano e segue em frente sem converter cada queda numa crise de identidade. A atenção sai do espelho em direção ao bem concreto.
Isto não diminui a luta nem celebra a mediocridade. Muda o seu motivo e a sua medida. Em vez de perguntar unicamente «fiz isto perfeito?», perguntas «a quem amei e o que devo corrigir?». Uma vida santa pode conter erros reconhecidos; o que não pode conservar é a decisão de viver fechada sobre si mesma.
Ideia-chave
A luta cristã procura crescer em amor e entrega, não fabricar uma imagem pessoal impecável através de controlo e rendimento.
O teu desafio para esta ideia
Revê um propósito exigente e acrescenta o nome da pessoa ou o bem a que servirá, juntamente com uma forma humilde de recomeçar se falhares.
BASEADO EM
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