O mundo não é teu, administras-no
O que tens entre mãos é um empréstimo, não um saque.
Tratamos o mundo, e muitas vezes o que é nosso, como donos absolutos: usar, gastar, deitar fora. A fé propõe outra atitude: és administrador, não proprietário derradeiro. A terra e os seus recursos foram-te confiados para que cuides deles, não para os arrasares.
Isto aplica-se ao grande e ao pequeno: a água, as coisas, o dinheiro, aquilo que partilhas com os outros. Um bom administrador usa o que lhe é confiado a pensar também nos outros e em quem vem a seguir.
Não se trata de carregares o peso do planeta sozinho. É trocar o «isto é meu e faço o que quero» por um «isto foi-me confiado, estarei a cuidar bem disto?».
Ideia-chave
Recebes o mundo para o administrares com cuidado, não para o possuíres sem limites.
O teu desafio para esta ideia
Usa hoje algo concreto (água, comida, dinheiro) perguntando a ti próprio se o tratas como um dono que esbanja ou como quem cuida de um empréstimo.
BASEADO EM
Ambientalismo →