Guardar fotos não é construir uma história
Milhares de memórias arquivadas não substituem o amor que cabe viver hoje.
Enchemos o telemóvel de fotografias porque queremos que um instante permaneça.
A imagem guarda uma cena, mas não consegue manter por si só a relação que nela aparecia. Um ficheiro não telefona, não escuta nem pede desculpa.
Às vezes olhas com nostalgia para como estavam bem enquanto descuidas a conversa presente.
A recordação torna-se refúgio e exige menos do que amar a pessoa real, que mudou e precisa de algo de ti agora.
As fotografias são um presente quando alimentam a gratidão e a memória. Transformam-se em substituto quando acumulas provas de um amor passado sem realizar os gestos que o poderiam sustentar no dia de hoje.
Ideia-chave
As recordações guardam momentos; a relação permanece através de atos presentes de amor.
O teu desafio para esta ideia
Escolhe uma fotografia importante e usa-a como impulso para telefonar hoje à pessoa que aparece contigo.
BASEADO EM
Amor →