Fazer o bem por amor muda o cumprimento
A mesma ação pode ser sentida como uma fatura ou transformar-se numa resposta livre.
Cumprir um dever por medo da censura pode ser um primeiro passo. Mas se toda a vida moral ficar por aí, cada norma pesa como uma vigilância e procuras descanso logo que ninguém está a ver.
O amor descobre a quem serve a ação. Chegas a horas porque respeitas o tempo dos outros; dizes a verdade porque queres uma relação real; rezas porque respondes a uma amizade. O dever permanece, mas ganha um rosto.
Nem sempre sentirás esse motivo com intensidade. Podes recordá-lo e escolhê-lo mesmo quando custa. Aos poucos, o cumprimento deixa de ser uma negociação externa e forma uma vontade mais unida ao bem. Fazes o mesmo, mas já não és exatamente o mesmo ao fazê-lo.
Ideia-chave
Um dever torna-se mais livre quando é assumido ao reconhecer e escolher o bem e as pessoas a quem serve.
O teu desafio para esta ideia
Antes de cumprires hoje uma obrigação, nomeia a pessoa ou o bem que queres cuidar através dela.
BASEADO EM
Caridade →