Estuda também de joelhos
A inteligência chega mais longe quando não precisa de fingir autossuficiência.
Quando os professores de Paris pediram ajuda a São Tomás sobre uma questão difícil, ele não improvisou uma resposta brilhante.
Estudou, pensou e também rezou. Não separou a inteligência do reconhecimento humilde dos seus limites.
Rezar não substitui ler, comparar nem raciocinar. Mas estudar como se tudo dependesse do teu talento pode encher-te de ruído e orgulho. A oração purifica a intenção: procuras compreender, não apenas ganhar uma discussão ou parecer o mais inteligente. Perante um assunto complexo, cabeça e joelhos podem colaborar. Pensar com rigor e pedir luz não são caminhos inimigos; ambos nascem do respeito pela verdade.
Ideia-chave
A oração não substitui o estudo: torna-o mais humilde e limpo.
O teu desafio para esta ideia
Antes de estudares ou resolveres algo difícil hoje, pede luz durante um minuto e depois trabalha a sério.
BASEADO EM
São Tomás de Aquino, 1224-1274 →