A doença não cancela a tua vocação
Talvez mude o que podes fazer, mas não para que podes viver.
Alexandrina, Marthe Robin e Teresa Neumann viram como a doença fechava projetos que pareciam importantes.
Perderam mobilidade, saúde e planos concretos. No entanto, a sua vida não ficou sem rumo nem deixou de ser fecunda.
Quando o corpo impõe limites, é fácil pensar que a vocação também acabou. Mas um chamamento de Deus não depende de render como antes. Pode mudar de forma: acompanhar, oferecer, escutar, rezar ou sustentar a partir de um lugar discreto. Não é preciso idealizar a dor para o reconhecer. A doença é dura, mas não tem autoridade para declarar uma vida inútil nem para apagar a sua capacidade de amar.
Ideia-chave
Uma limitação pode mudar a forma da tua entrega sem lhe tirar o sentido.
O teu desafio para esta ideia
Pensa numa limitação atual e escreve uma forma concreta de continuar a amar a partir dela.